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COMIDA DI BUTECO MONTES CLAROS 2010

Para deleite da cidade de Montes Claros, está de volta o circuito gastronômico mais saboroso de Minas Gerais

Em sua quarta edição na cidade de Montes Claros, o Comida Di Buteco volta apresentando o circuito etílico-gastronômico de bares com os mais variados e saborosos pratos do Brasil. Em Montes Claros, aconteceram as edições de 2005, 2006 e 2007. Agora em 2010, a iniciativa volta para satisfazer não somente as expectativas da população, mas também o palato da mesma. A produção local do CDB 2010 selecionou quinze bares e o mais vasto cardápio da cidade que terá início no próximo dia 05 de março e se estende até o dia 21.

São dez anos de Comida Di Buteco, que se iniciou na capital mineira e se multiplicou para várias cidades do estado, além de edições em outras capitais pelo Brasil. Sem dúvidas é o circuito gastronômico de mais ênfase em todo país, que agrada as noites da cidade, o público freqüentador dos bares e,sobretudo, os paladares mais apurados.

Em Minas Gerais neste ano, ocorrem edições nas cidades de Belo Horizonte, Poços de Caldas, Uberlândia e Montes Claros. Proporcionando entretenimento, desenvolvimento econômico, divulgação das culturas culinárias locais, desenvolvimento turístico e formação de público consumidor. É a iniciativa que unifica a classe de comerciantes e donos de bares, na busca pela qualidade e sucesso de seus empreendimentos. Sempre visando à satisfação do público e o desenvolvimento da sua identidade local.

O CDB 2010 em Montes Claros terá duração de 17 dias (de 05 á 21 de março). Os tradicionais butequeiros e todos os freqüentadores irão avaliar a qualidade do tira-gosto que tem peso avaliativo de 70% do voto, o atendimento com peso de 10%, a higiene com 10% e também a temperatura da cerveja que fica com 10% do peso avaliativo no voto. Somente as pessoas que consumirem os pratos inscritos receberão as cédulas de votação.

Cada um dos quinze bares participantes terá uma urna lacrada para que os clientes que consumiram os pratos inscritos depositem suas cédulas de votação. Também haverá durante o concurso um júri com quinze integrantes que visitarão três botecos de sua escolha e se apresentarão somente no momento de pagar a sua conta. Os votos dos jurados assim como o do público em geral têm o mesmo peso de 50% cada um. As cédulas somente serão válidas se conterem o RG do cliente. Importante ressaltar que o numero de eleitores não será levado em conta, apenas a média aritmética.

Segundo Filipe da Free Produções (Realizadora do Circuito), nesta edição de 2010, o CDB além das cidades mineiras já mencionadas, será promovido em mais cidades do país, como: Rio de Janeiro, Goiânia, Salvador, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. O CDB em Montes Claros também contará com a cobertura audiovisual da PlugTv, iniciativa local do coletivo Plug que está executando a produção executiva local subordinada a Free Produções.

O Comida Di Buteco deste ano tem o patrocínio de marcas fortes e instituições como a Lei de Incentivo à Cultura, Governo de Minas, Governo Federal, Cemig, Bhoemia, Hellman's, Coqueiro, Trip, Pirata, Doritos, Coqueiro. Além das parcerias locais do Coletivo Plug, Rádio Transaméria, Prefeitura de Montes Claros.


Cópia de LOGO PLUG.pngRodrigo de Paula

Plug Comunicação – Assessória de Comunicação

Tel: (38) 3084-3782 / Cel: (38) 9195-0035

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Assessória de Comunicação Cultural Plug (ACCP)

Virna Lisi está de volta

Banda que marcou a cena musical em Minas Gerais nos anos 1990 prepara show para a abertura do Eletronika
Por Mariana Peixoto (Jornal Estado de Minas)

Foi a música que deu nome ao álbum de estreia, lançado em 1992, a primeira que o Virna Lisi tocou no ensaio que marcou o reencontro da banda, 12 anos depois. “O som é atual, a banda está viva”, afirma o baixista Marcelo de Paula. “Esperar o quê?”. Banda mineira cultuada nos anos 1990 e hoje referência para uma pá de outras, faz seu primeiro show em mais de uma década na quinta-feira, no Espaço 104, na abertura do festival Eletronika. À exceção do guitarrista Marden Veloso, substituído por Henrique Matheus (do grupo Transmissor), a formação permanece a mesma: César Maurício (vocal), Ronaldo Gino (guitarra), Marcelo de Paula (baixo) e Luiz Lopes (bateria).

“Há uns três anos vem rolando uma paquera. Convidei o Ronaldo para alguns shows, o Henrique faz parte da minha banda e cheguei a cantar com o Bluesatan (banda de Gino e Luiz Lopes)”, conta César Maurício. A história começou a tomar corpo depois do festival Garimpo, em setembro, quando César foi chamado para o palco do Bluesatan. Um texto de Terence Machado relatando esse encontro, publicado na coluna Esquema novo, do caderno Divirta-se, foi parar na mesa de Aluizer Malab, produtor do Eletronika. Não levou muito tempo para que ele convidasse o grupo para abrir o festival. Desde então, um mês de ensaios diários (ao menos três horas) tem tomado as noites dos cinco no estúdio Serrassônica, de Gino, na Serra.
“A hora é essa. O som veio de uma forma deliciosa e só não iríamos voltar se não quiséssemos mesmo”, comenta Ronaldo Gino. “Nos anos 1990, surgiram várias coisas em lugares diferentes. E acho que temos um lugar no rock daquela época. A gente flertava com várias possibilidades da música e paramos na hora que tínhamos que parar, tanto que nossa obra se fecha nos três discos”, acrescenta César Maurício. Se hoje misturar rock com samba virou uma fórmula, o Virna fez isso de forma original, provocativa. Marcelo de Paula completa falando dos momentos em que Gino brincava com a guitarra fazendo um som de tamborim e de reco-reco. “É algo visceral, verdadeiro.”

O Virna foi criado em 1989. Lançou seu primeiro álbum, Esperar o quê?, em 1992, antes que viessem as estreias de Skank e Pato Fu. O disco saiu pelo selo Tinutus, criado pelo produtor Pena Schmidt para lançar novos grupos. Em seus primórdios, o grupo era essencialmente uma banda de pós-punk. À medida que o tempo foi passando, foram acrescentados elementos da música brasileira, como samba e congado, por meio de instrumentos de percussão. A banda não demorou a se tornar conhecida no meio underground. Sempre foi boa de crítica também. Veio o segundo álbum, O que diriam os vizinhos? (1995), que trazia como um dos carros-chefes uma releitura de Eu quero essa mulher, de Monsueto. Na época ainda no Tinitus, a banda mudou de gravadora para o terceiro álbum, Se desce a lona vira circo, se cerca vira hospício (1996). A MCA acabou sendo vendida para a Polygram (que veio a se tornar Universal). O disco não vendeu o esperado, os conflitos começaram (Marden já havia deixado o grupo) e o Virna logo se desfez.

Radar Tantã

Ronaldo e César logo formaram, com outros músicos, o Radar Tantã, que durou cinco anos e lançou três discos (só o primeiro teve o guitarrista na banda). Ronaldo, além de ter formado outras bandas, criou com André Melo o Serrassônica, estúdio para gravação de comerciais e trilhas que neste ano acabou se tornando também um selo. César se tornou parceiro de Lô Borges, Márcio Borges, Samuel Rosa, entre outros, e gravou um álbum solo (ainda não lançado). Artista plástico, deixou a pintura de lado para desenvolver um trabalho de xilogravura. “É uma tentativa de fazer meus textos se encontrarem com as imagens”. Ainda atua, com a mulher, a antropóloga Clarisse Libânio, na ONG Favela é isso aí.

Marden voltou para Montes Claros, foi trabalhar com arquitetura e desligou-se da música. Marcelo viveu um tempo na Europa, formou o The Paula, que lançou dois álbuns e ainda permanece na ativa, e divide-se hoje entre BH e Montes Claros, onde desenvolve um trabalho social ligado à música. E Luiz tocou com meia Belo Horizonte (de cover de Legião Urbana até grupo de rap, passando ainda pelas banda Mandrake e Falcatrua). Ainda trabalha como tatuador. Henrique, fã desde sempre do Virna, entrou para o grupo por causa de César – além de tocar com ele, produziu o álbum do vocalista da banda.

Pais e filhos


Marcelo ri quando fala dos tempos atuais, em que os ensaios, não raro, contam com a presença dos filhos (são seis ao todo, sendo que o de Ronaldo, integra o Bluesatan). “Quando olho para os meninos, vejo que o futuro chegou”. O show da semana que vem terá somente as músicas registradas pelo Virna. O repertório terá entre 17 e 20 faixas. Não há, por ora, nenhuma música inédita. É cedo para falar de planos, mas eles vêm esboçando algumas ideias.

A intenção, pelo menos para esse momento inicial, é recuperar o material registrado pela banda nos anos 1990. As páginas do Virna no MySpace (www.myspace.com/virnalisioficial) e no Last FM (www.last.fm/music/Virna Lisi) trazem não somente as faixas, como também clipes do grupo. Há mais material inédita que deve ser disponibilizado na internet nos próximos meses. Existe a vontade de reeditar os três discos numa caixa, bem como a gravação de um registro ao vivo. Quando e como, ninguém sabe ao certo. Nesse momento o que importa é que a volta do Virna é pra valer.

ELETRONIKA
O festival será promovido de 5 a 7 de novembro no Espaço 104, Praça da Estação; Deputamadre, Avenida do Contorno, 2.028; A Obra, Rua Rio Grande do Norte, 1.168; e Velvet, Rua Sergipe, 1.493. O show do Virna Lisi abre o evento, na quinta-feira, às 21h, no Espaço 104. Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia). Informações: (31) 2535-3858. A programação completa está no site www.festivaleletronika.com.br


url: http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/10/30/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=17244/ficha_musica.shtml
título: Virna Lisi está de volta


Confira Também:


Esquema novo - Vou esperar só mais uma hora!

Por Terence Machado

“Vou esperar só mais uma hora, depois deste minuto de silêncio”, e então quero voltar a ouvir poesia cortante, guitarras igualmente letais e aquela percussão barulhenta dos infernos, num rock que só se viu e ouviu, no início dos anos 1990, antes mesmo da ciência de Chico criar novos parâmetros para a cena alternativa brasileira. Antes dele e Nação Zumbi tentarem assombrar e acordar a sonolenta e preguiçosa indústria fonográfica, curando também a ressaca provocada pela enorme chapação oitentista, um grupo mineiro, com raízes em Montes Claros, provou que não era preciso esperar mais nada pra unir som pesado (sem ter que pedir bênção ao Sepultura) a letras diretas, concretas mais pela consistência e solidez das palavras e mensagens do que pela proximidade com o concretismo poético de Arnaldo Antunes.

O Virna Lisi ou simplesmente Virna, como os admiradores carinhosamente passaram a chamar a banda, nasceu para contrastar a beleza da atriz italiana que emprestou nome à formação com canções estonteantes e belas de outra maneira. A acidez, crueza e até feiúra sugerida em algumas ranhuras sonoras, grunhidos vocais e tantos outros elementos, que numa audição menos atenta poderiam atrair adjetivos pejorativos, sempre fizeram parte do “tombo” ou rasteira estética sugerida pelo Virna. Ao fim de tudo, até a hiena ria! E com a boca cheia de sangue, fazia o circo natural do grupo parecer hospício. De palhaços ou falsos rock stars o mercado brasileiro já estava cheio, certo? O inferno então...

Com um contrato para três discos abortado, antes de nascerem as duas últimas crias, isso em 1997, a banda se dissolveu. E parecia deixar o titulo do primeiro disco, gravado em 92, eternamente clamando por uma resposta – Esperar o quê. O que diriam os vizinhos? A segunda pergunta e disco ficariam perdidos no ar e nos sebos de vinil? Questionamentos que nenhum dos projetos posteriores de alguns dos integrantes responderia à altura, por mais bem cuidado que fosse. Os vizinhos talvez dissessem que o Radar era funcional e preciso, mas não Tantã como “desnorteava” o nome. O The Paula seria um belo lado C de uma banda como o Virna, que nunca deixou de ser um estupendo lado B no mapa musical do Brasil. Seria cruel lembrar de César Maurício pela capa de Siderado, do Skank, ou pelas letras doadas ao mesmo grupo. Ou pelos tantos gatos coloridos, chamativos e imponentes pintados por ele, sem poder escutá-lo vociferar suas canções e castigando seus instrumentos de percussão.

E agora, ao fim de uma década marcada por tanto revival de toda a natureza, desde a histórica reunião do Police à retomada do thriller real e assustador de Michael Jackson, com a tragédia promovendo um novo culto à vida e obra do artista, nada mais justo e proveitoso que o retorno da banda, que apareceu na hora certa, acabou antes da hora e merece (e parece) querer voltar a qualquer minuto, depois de vários anos de silêncio. No dia 6, durante apresentação da Bluesatan, nova banda de dois ex-integrantes do Virna Lisi – Ronaldo Gino e Luís Lopes –, o vocalista César Maurício foi convidado a subir no palco e juntos tocaram Eu quero essa mulher assim mesmo e Esperar o quê, no que pode ter sido a primeira resposta rápida para tantas perguntas e possibilidades em aberto. “Acho que não pode ser muito revival, não. A gente tem que trazer aquele espírito para criar algo novo. Já rolou um ensaio recente e a vontade de tocar junto sem grandes obrigações é o que tem impulsionado esse reencontro”, garante Gino.

“Esperar o quê? Não vou mais esperar, não vou mais esperar, vou me desesperar!”

url: http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/09/18/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=15565/ficha_musica.shtml
ítulo: Esquema Novo - Vou esperar só mais uma hora


Por Rodrigo de Paula/ Coletivo Plug


FIM DE SEMANA NA ATIVIDADE! PLUGTV “ARREGAÇA AS MANGAS” E INICIA OS TRABALHOS



Muito trabalho nos últimos dias em Montes Claros, muitas iniciativas acontecendo e o Coletivo Plug na atividade prestando parceria de fato ás iniciativas. Na última sexta-feira (29) o Coletivo Plug prestou apoio e suporte para o 1º Lual Natural Festival edição Montes Claros, realizado pela Leões do Serrado Entretenimento. A PlugTv esteve presente e realizou a cobertura do evento, cobertura fotográfica do Fábio Silveira e suporte de palco. Um grande festival de cinco horas em uma das áreas turísticas mais conhecidas de Montes Claros, com muita gente bonita e os melhores músicos da cidade.
Foi um ótimo começo de parceria com o Coletivo Plug e o Leões do Serrado Entretenimento. Confira o vídeo da cobertura realizado pela PlugTv que tem parceria com o Portal de Comunicação no suporte técnico da proposta.


http://www.youtube.com/watch?v=SbNyWRpz870

NOITE SOLTE O SOM

No outro dia, sábado dia 30 a PlugTv esteve presente na Noite Solte o Som, iniciativa do Portal Solte o Som com o Zine Sertões que no Taberna Roots promoveu os shows das bandas de Montes Claros Gr!tare e Ruído Jack. Noite muito bacana e que teve várias figuras presentes. O Zine Sertões e o Portal Solte o Som são já de longa data parceiros do Coletivo Plug, os mesmo prestaram o suporte de cobertura fotográfica e de divulgação para o Indie Minas – Mostra Música no inicio do mês de maio e com certeza o Coletivo Plug não poderia deixar de estar presente e contribuir “de fato” para a iniciativa.
Confira o vídeo de cobertura da Noite Solte o Som onde prevaleceu a linha editorial de amostragem do trabalho e a imparcialidade de comunicação.

http://www.youtube.com/watch?v=YP3A7Q0NmZk

Por Rodrigo de Paula/ Coletivo Plug

INDIE MINAS – MOSTRA MÚSICA


Após os trabalhos exclusivamente enfocados na área suporte de comunicação do cenário independente de música, tanto em Montes Claros quanto no Circuito Fora do Eixo através do Portal Fora do Eixo, o Coletivo Plug parte para outras áreas de atuação, como a de produção.
Para consagrar e fundamentar as ações o Coletivo Plug está lançado o Indie Minas – Mostra Música. A iniciativa traz a banda Vandaluz, de Patos de Minas, promovendo a integração com o Coletivo Peleja, além das bandas AT4 e Gr!tare de Montes Claros.
A idéia do Plug é integrar as várias artes e iniciativas da cidade. Será realizado durante o evento a performace cênica Neoísmos com Gabriel de Ávila e Soraia Santos, exposições de artes plásticas e o lançamento da Plug Web Tv.
Com a parceria firmada com o Núcleo Sunshine de música eletrônica, os presentes e adeptos à música eletrônica também terão seu espaço nos intervalos das apresentações.
A iniciativa é apoiada pela Associação do Rock de Montes Claros e Região, Espaço Garotas do Rock, Portal Solte o Som, Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Montes Claros, Site BEMNANET, Zine Sertões, Stúdio Rock, além das Secretárias de Cultura Municipal e Adjunta da Juventude.
Destaca-se também a parceria firmada com o Montes Claros Tênis Clube, responsável pela administração da Praça de Esportes de Montes Claros, que viabilizou o espaço para a iniciativa e as demais edições que tendem a ocorrer com peridiocidade quinzenal .
Para começar a divulgação do evento e suas atrações, o Coletivo Plug tem em seu Blog Oficial a Plug Web Rádio o spot do Indie Minas e músicas das bandas Vandaluz, Gr!tare e AT4 para que o público possa conhecer um pouco do trabalho e estilo das bandas.
Os ingressos podem ser adquiridos na portaria do evento pelo valor de R$5,00 mais um quilo de alimento não perecível, que será doado para entidades carentes.

FESTA CONECTADO

Postado por Plug - Cooperativa de Cultura | 09:25 | , , , , , | 0 comentários »

FESTA CONECTADO

Como forma de confraternização entre os artistas e equipe do CONEXÃO VIVO, além dos adeptos à cena “indie” de Montes Claros, O Coletivo Plug realiza a FESTA CONECTADO após a programação do festival.

Na quinta-feira (26), no Empório Canadá, acontece a festa Conectado Instrumental, com Warley Mascarenhas e Banda Salada Brasileira. Na sexta-feira (27) quem colabora com a festa é o Taberna Roots, com o show da banda Sofia.

Segundo Talles Lopes, coordenador do Coletivo Goma, que faz parte do CONEXÃO VIVO com o CMMI, o CONECTADO é uma ótima oportunidade de encontrar com todos os artistas e agentes culturais para que possam se integrar e trocar idéias e contatos.

Todos estão convidados a participar dessas iniciativas de interação a preço popular. Quinta-feira no Empório será cobrado apenas um covert de R$2,00 e na sexta-feira no Taberna Roots apenas R$3,00.

COMEÇAM A CHEGAR OS ÁLBUNS PARA BANCA DE DISTRIBUIÇÃO DA PLUG


Já começaram a chegar às contribuições de álbuns para a banca de distribuição do Coletivo Plug. A primeira e “farta” contribuição veio da Malu Aires da capital mineira. Foram enviadas sete exemplares do disco Florais, da banda JunkBox.

JunkBox se apresentou no dia 21, ao lado da banda montes-clarense 4 de Copas, no 1º Circuito Catrumano de Música Independente, realizado pelo Instituto Gerais.

Na noite de ontem (24), Danilo Baliza, do Instituto Gerais e da banda Soprones, efetuou a entrega dos sete álbuns ao coordenador de planejamento do Coletivo Plug Rodrigo de Paula.

A Plug agradece a colaboração de todos e reforça, para todos os interessados, o pedido de envio de material. O endereço para envio é:

Rodrigo Fernandes de Paula

Rua Daniel Costa nº36 - Jardim São Luiz

Montes Claros – MG

CEP 39401-053

Para mais informações, envie e-mail para plugcooperativa@gmail.com ou ligue para (38) 3084-3782 ou (38) 9145-6457.

Por Rodrigo de Paula/ Revisão: Rafael Carneiro

COLETIVO PLUG
pede envio de álbuns para banca de distribuição

Contribuindo também na rede independente do Circuito Fora do Eixo, o coletivo Plug, de Montes Claros(MG) está em nova fase, ampliou seu corpo de trabalho, agregou parcerias e apoios da Secretaria Municipal de Cultura de Montes Claros, assim como da Secretaria Adjunta da Juventude, além do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Montes Claros.

Na última quinta-feira 12, foi realizada a primeira reunião formal dos novos membros do coletivo. Foi ressaltada a importância da coletividade interna nos trabalhos, valores como respeito, voz e voto nas definições. Também foi enfocada a importância de trabalhar os registros legais da entidade, além das discussões e deliberações de todo o coletivo. Um dos assuntos tratados a fundo foi a questão das ações e responsabilidades nos entendimentos sobre como funciona o Circuito Fora do Eixo e os compromissos que temos que firmar em prol da cena e do CFE.

Dentre as ações que foram previamente enfocadas em relação à contribuição ao CFE e os demais coletivos, foi levantada a idéia de solicitar aos que fazem parte da rede que enviem álbuns e demais produtos autorais das iniciativas para formar a banca de distribuição da Plug.

Para todos que tenham interesse em colaborar com o conjunto de obras autorais para que sejam expostas na banca durante as ações em Montes Claros ou em ações de outras localidades que a Plug venha a trocar tecnologias, disponibilizamos o seguinte endereço de envio:

Rua: Daniel Costa nº36, Bairro: Jardim São Luiz – CEP: 39401-053 – Endereçada a Rodrigo Fernandes de Paula. Telefone para contatos (38) 3084-3782 – email: plugcooperativa@gmail.com. Confira a matéria na integra acessando o Portal Fora do Eixo.

Festival PIB

Postado por Plug - Cooperativa de Cultura | 08:58 | , , , , | 0 comentários »

Por Rodrigo de Paula/ Revisão: Rafael Carneiro

Festival PIB amplia a vertente instrumental

Dentre os vários movimentos de música que se formam por todo país, se destacam também outros festivais de música com o Festival PIB – Produto Instrumental Bruto. A fundamentação desta iniciativa consiste em que a música instrumental brasileira nunca teve seu merecido lugar na cultura do país, principalmente entre os mais jovens e o grande público. Muitos afirmam que sempre foi considerada uma música para os mais eruditos e exigentes, sendo deixada de lado pela grande massa.

Nos dias de hoje é possível presenciar uma nova geração de bandas de cunho instrumental, trazendo uma sonoridade inovadora, sendo experimental ou não, mas com grandes inspirações na modernidade temperada ao jeito brasileiro.... Confira a materia na integra acessando o Portal Fora do Eixo