Quem está Plugado!

Por Rodrigo de Paula

BLACK DRAWING CHALKS NO FESTIVAL ELETRONIKA 2009

CONFIRA A COBERTURA DO COLETIVO PLUG

Durante a cobertura do Eletronika – Festival de Novas Tendências que rolou na semana passada em Belo Horizonte, no Espaço 104, além dos bastidores do Virna Lisi, o Coletivo Plug também cobriu um pouco do show do Black Drawing Chalks. Banda de Goiânia que está totalmente em ascensão no cenário rock nacional.

A banda formada em 2005, segundo os caras, tem como receita misturar as mais diversas influências e chegar a um som cru e dançante. As letras não vão muito além do essencial: bebidas e mulheres. Entretanto apresentou no palco do Festival Eletronika 2009 um impecável show. Performances contagiantes e principalmente a qualidade instrumental e musical dos garotos do estado de Goiás. Confira o vídeo de cobertura da apresentação do Black Drawing Chalks produzido pelo Coletivo Plug.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=HbaGI2I1V04

Por Rodrigo de Paula

COBERTURA DOS BASTIDORES DO VIRNA LISI NO ELETRONIKA – FESTIVAL DE NOVAS TENDÊNCIAS 2009

Na última quinta-feira o Coletivo Plug esteve na capital mineira para cobrir o primeiro dia do Eletronika – Festival de Novas Tendências Musicais, no Espaço 104 (antiga Serralheria Souza Pinto) que comemorou dez anos de atividades de nível internacional.

O Festival teve início em 1999, sugerindo com suas ações, novas perspectivas e tendências associadas á música. Segundo os seus organizadores, teve a pretensão de aprofundar em busca de novas tecnologias em prol da música. Na época o mundo passava por transformações significativas e norteadoras em relação às novas tecnologias, e por esse motivo também era pautada no audiovisual e a tecnologia como força motriz. O grande enfoque de desenvolvimento promovido pelo Festival foi o intercambio com outros países como: Canadá, Espanha e França. Além da música a busca também se pautou nas artes e também em busca de locais adequados para realização do Festival. Também foi pensada na estética arquitetônica destes locais. O Eletronika – Festival de Novas Tendências Musicais também já foi realizado em São Paulo e em Barcelona como show cases dentro do “Sónar de Barcelona”.

Na comemoração de dez anos de todo esse crescimento, o Eletronika – Festival de Novas Tendências Musicais 2009 promoveu a volta da banda Virna Lisi, que há 12 anos tinha encerrado. A banda marcou a década de 1990, não somente na capital mineira, mais também em todo o Brasil. Se apresentaram no Monster Of Rock ao lado de Ozzy Osborne, sendo a única banda nacional a tocar no Festival, os vídeos-clipes tinham grande veiculação na MTV chegando a ser a primeira colocação do TopMtv com o clipe da música “Vou Te Mostrar” do terceiro álbum da banda titulado de “Se Desce a Lona Vira Circo Se Cerca Vira Hospício”. O Virna também gravou mais dois álbuns: O primeiro foi o “Esperar o Que?” que na época foi gravado em Vinil, tendo como baterista o montesclasense Marcos Neves. O segundo era titulado “O Que Diriam Os Vizinhos?” já com o baterista Luís. Neste álbum saíram perolas fonográficas como “O Carteiro”, “Brejo, Lodo, Boca, Mandibolas”, “Hiena Ria” e “Eu Quero Essa Mulher Assim Mesmo”.

O Coletivo Plug representado por Rodrigo de Paula acompanhou a banda nos bastidores e realizou uma cobertura para a PlugTv de toda essa festa em Belo Horizonte. Depoimentos de pessoas muito influentes no meio artístico-musical como o Terence Machado do programa Alto Falante, Maurinho da banda Tianastácia, o realizador do evento e diretor institucional da ABRAFIN – Associação Brasileira de Festivais Independentes Aluizer Malab, Claudão Pilha da AOBRA, Rogério Flausino do Jota Quest, dentre outros envolvidos na música e na produção da cena Rock da capital mineira e por o país a fora.

Os integrantes do Virna Lisi também deixaram o seu recado e fizeram depoimentos das misturas de sensações que antecedia a volta aos palcos após doze anos de “pausa”. Confira o vídeo produzido pelo Coletivo Plug dos bastidores do Virna LISI no Eletronika – Festival de Novas Tendências Musicais 2009 no Espaço 104, durante o primeiro dia deste grande Festival.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=kX8mDxE37mw

Assessória de Comunicação Cultural Plug (ACCP)

Virna Lisi está de volta

Banda que marcou a cena musical em Minas Gerais nos anos 1990 prepara show para a abertura do Eletronika
Por Mariana Peixoto (Jornal Estado de Minas)

Foi a música que deu nome ao álbum de estreia, lançado em 1992, a primeira que o Virna Lisi tocou no ensaio que marcou o reencontro da banda, 12 anos depois. “O som é atual, a banda está viva”, afirma o baixista Marcelo de Paula. “Esperar o quê?”. Banda mineira cultuada nos anos 1990 e hoje referência para uma pá de outras, faz seu primeiro show em mais de uma década na quinta-feira, no Espaço 104, na abertura do festival Eletronika. À exceção do guitarrista Marden Veloso, substituído por Henrique Matheus (do grupo Transmissor), a formação permanece a mesma: César Maurício (vocal), Ronaldo Gino (guitarra), Marcelo de Paula (baixo) e Luiz Lopes (bateria).

“Há uns três anos vem rolando uma paquera. Convidei o Ronaldo para alguns shows, o Henrique faz parte da minha banda e cheguei a cantar com o Bluesatan (banda de Gino e Luiz Lopes)”, conta César Maurício. A história começou a tomar corpo depois do festival Garimpo, em setembro, quando César foi chamado para o palco do Bluesatan. Um texto de Terence Machado relatando esse encontro, publicado na coluna Esquema novo, do caderno Divirta-se, foi parar na mesa de Aluizer Malab, produtor do Eletronika. Não levou muito tempo para que ele convidasse o grupo para abrir o festival. Desde então, um mês de ensaios diários (ao menos três horas) tem tomado as noites dos cinco no estúdio Serrassônica, de Gino, na Serra.
“A hora é essa. O som veio de uma forma deliciosa e só não iríamos voltar se não quiséssemos mesmo”, comenta Ronaldo Gino. “Nos anos 1990, surgiram várias coisas em lugares diferentes. E acho que temos um lugar no rock daquela época. A gente flertava com várias possibilidades da música e paramos na hora que tínhamos que parar, tanto que nossa obra se fecha nos três discos”, acrescenta César Maurício. Se hoje misturar rock com samba virou uma fórmula, o Virna fez isso de forma original, provocativa. Marcelo de Paula completa falando dos momentos em que Gino brincava com a guitarra fazendo um som de tamborim e de reco-reco. “É algo visceral, verdadeiro.”

O Virna foi criado em 1989. Lançou seu primeiro álbum, Esperar o quê?, em 1992, antes que viessem as estreias de Skank e Pato Fu. O disco saiu pelo selo Tinutus, criado pelo produtor Pena Schmidt para lançar novos grupos. Em seus primórdios, o grupo era essencialmente uma banda de pós-punk. À medida que o tempo foi passando, foram acrescentados elementos da música brasileira, como samba e congado, por meio de instrumentos de percussão. A banda não demorou a se tornar conhecida no meio underground. Sempre foi boa de crítica também. Veio o segundo álbum, O que diriam os vizinhos? (1995), que trazia como um dos carros-chefes uma releitura de Eu quero essa mulher, de Monsueto. Na época ainda no Tinitus, a banda mudou de gravadora para o terceiro álbum, Se desce a lona vira circo, se cerca vira hospício (1996). A MCA acabou sendo vendida para a Polygram (que veio a se tornar Universal). O disco não vendeu o esperado, os conflitos começaram (Marden já havia deixado o grupo) e o Virna logo se desfez.

Radar Tantã

Ronaldo e César logo formaram, com outros músicos, o Radar Tantã, que durou cinco anos e lançou três discos (só o primeiro teve o guitarrista na banda). Ronaldo, além de ter formado outras bandas, criou com André Melo o Serrassônica, estúdio para gravação de comerciais e trilhas que neste ano acabou se tornando também um selo. César se tornou parceiro de Lô Borges, Márcio Borges, Samuel Rosa, entre outros, e gravou um álbum solo (ainda não lançado). Artista plástico, deixou a pintura de lado para desenvolver um trabalho de xilogravura. “É uma tentativa de fazer meus textos se encontrarem com as imagens”. Ainda atua, com a mulher, a antropóloga Clarisse Libânio, na ONG Favela é isso aí.

Marden voltou para Montes Claros, foi trabalhar com arquitetura e desligou-se da música. Marcelo viveu um tempo na Europa, formou o The Paula, que lançou dois álbuns e ainda permanece na ativa, e divide-se hoje entre BH e Montes Claros, onde desenvolve um trabalho social ligado à música. E Luiz tocou com meia Belo Horizonte (de cover de Legião Urbana até grupo de rap, passando ainda pelas banda Mandrake e Falcatrua). Ainda trabalha como tatuador. Henrique, fã desde sempre do Virna, entrou para o grupo por causa de César – além de tocar com ele, produziu o álbum do vocalista da banda.

Pais e filhos


Marcelo ri quando fala dos tempos atuais, em que os ensaios, não raro, contam com a presença dos filhos (são seis ao todo, sendo que o de Ronaldo, integra o Bluesatan). “Quando olho para os meninos, vejo que o futuro chegou”. O show da semana que vem terá somente as músicas registradas pelo Virna. O repertório terá entre 17 e 20 faixas. Não há, por ora, nenhuma música inédita. É cedo para falar de planos, mas eles vêm esboçando algumas ideias.

A intenção, pelo menos para esse momento inicial, é recuperar o material registrado pela banda nos anos 1990. As páginas do Virna no MySpace (www.myspace.com/virnalisioficial) e no Last FM (www.last.fm/music/Virna Lisi) trazem não somente as faixas, como também clipes do grupo. Há mais material inédita que deve ser disponibilizado na internet nos próximos meses. Existe a vontade de reeditar os três discos numa caixa, bem como a gravação de um registro ao vivo. Quando e como, ninguém sabe ao certo. Nesse momento o que importa é que a volta do Virna é pra valer.

ELETRONIKA
O festival será promovido de 5 a 7 de novembro no Espaço 104, Praça da Estação; Deputamadre, Avenida do Contorno, 2.028; A Obra, Rua Rio Grande do Norte, 1.168; e Velvet, Rua Sergipe, 1.493. O show do Virna Lisi abre o evento, na quinta-feira, às 21h, no Espaço 104. Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia). Informações: (31) 2535-3858. A programação completa está no site www.festivaleletronika.com.br


url: http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/10/30/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=17244/ficha_musica.shtml
título: Virna Lisi está de volta


Confira Também:


Esquema novo - Vou esperar só mais uma hora!

Por Terence Machado

“Vou esperar só mais uma hora, depois deste minuto de silêncio”, e então quero voltar a ouvir poesia cortante, guitarras igualmente letais e aquela percussão barulhenta dos infernos, num rock que só se viu e ouviu, no início dos anos 1990, antes mesmo da ciência de Chico criar novos parâmetros para a cena alternativa brasileira. Antes dele e Nação Zumbi tentarem assombrar e acordar a sonolenta e preguiçosa indústria fonográfica, curando também a ressaca provocada pela enorme chapação oitentista, um grupo mineiro, com raízes em Montes Claros, provou que não era preciso esperar mais nada pra unir som pesado (sem ter que pedir bênção ao Sepultura) a letras diretas, concretas mais pela consistência e solidez das palavras e mensagens do que pela proximidade com o concretismo poético de Arnaldo Antunes.

O Virna Lisi ou simplesmente Virna, como os admiradores carinhosamente passaram a chamar a banda, nasceu para contrastar a beleza da atriz italiana que emprestou nome à formação com canções estonteantes e belas de outra maneira. A acidez, crueza e até feiúra sugerida em algumas ranhuras sonoras, grunhidos vocais e tantos outros elementos, que numa audição menos atenta poderiam atrair adjetivos pejorativos, sempre fizeram parte do “tombo” ou rasteira estética sugerida pelo Virna. Ao fim de tudo, até a hiena ria! E com a boca cheia de sangue, fazia o circo natural do grupo parecer hospício. De palhaços ou falsos rock stars o mercado brasileiro já estava cheio, certo? O inferno então...

Com um contrato para três discos abortado, antes de nascerem as duas últimas crias, isso em 1997, a banda se dissolveu. E parecia deixar o titulo do primeiro disco, gravado em 92, eternamente clamando por uma resposta – Esperar o quê. O que diriam os vizinhos? A segunda pergunta e disco ficariam perdidos no ar e nos sebos de vinil? Questionamentos que nenhum dos projetos posteriores de alguns dos integrantes responderia à altura, por mais bem cuidado que fosse. Os vizinhos talvez dissessem que o Radar era funcional e preciso, mas não Tantã como “desnorteava” o nome. O The Paula seria um belo lado C de uma banda como o Virna, que nunca deixou de ser um estupendo lado B no mapa musical do Brasil. Seria cruel lembrar de César Maurício pela capa de Siderado, do Skank, ou pelas letras doadas ao mesmo grupo. Ou pelos tantos gatos coloridos, chamativos e imponentes pintados por ele, sem poder escutá-lo vociferar suas canções e castigando seus instrumentos de percussão.

E agora, ao fim de uma década marcada por tanto revival de toda a natureza, desde a histórica reunião do Police à retomada do thriller real e assustador de Michael Jackson, com a tragédia promovendo um novo culto à vida e obra do artista, nada mais justo e proveitoso que o retorno da banda, que apareceu na hora certa, acabou antes da hora e merece (e parece) querer voltar a qualquer minuto, depois de vários anos de silêncio. No dia 6, durante apresentação da Bluesatan, nova banda de dois ex-integrantes do Virna Lisi – Ronaldo Gino e Luís Lopes –, o vocalista César Maurício foi convidado a subir no palco e juntos tocaram Eu quero essa mulher assim mesmo e Esperar o quê, no que pode ter sido a primeira resposta rápida para tantas perguntas e possibilidades em aberto. “Acho que não pode ser muito revival, não. A gente tem que trazer aquele espírito para criar algo novo. Já rolou um ensaio recente e a vontade de tocar junto sem grandes obrigações é o que tem impulsionado esse reencontro”, garante Gino.

“Esperar o quê? Não vou mais esperar, não vou mais esperar, vou me desesperar!”

url: http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/09/18/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=15565/ficha_musica.shtml
ítulo: Esquema Novo - Vou esperar só mais uma hora


Por Rodrigo de Paula/ Coletivo Plug


FIM DE SEMANA NA ATIVIDADE! PLUGTV “ARREGAÇA AS MANGAS” E INICIA OS TRABALHOS



Muito trabalho nos últimos dias em Montes Claros, muitas iniciativas acontecendo e o Coletivo Plug na atividade prestando parceria de fato ás iniciativas. Na última sexta-feira (29) o Coletivo Plug prestou apoio e suporte para o 1º Lual Natural Festival edição Montes Claros, realizado pela Leões do Serrado Entretenimento. A PlugTv esteve presente e realizou a cobertura do evento, cobertura fotográfica do Fábio Silveira e suporte de palco. Um grande festival de cinco horas em uma das áreas turísticas mais conhecidas de Montes Claros, com muita gente bonita e os melhores músicos da cidade.
Foi um ótimo começo de parceria com o Coletivo Plug e o Leões do Serrado Entretenimento. Confira o vídeo da cobertura realizado pela PlugTv que tem parceria com o Portal de Comunicação no suporte técnico da proposta.


http://www.youtube.com/watch?v=SbNyWRpz870

NOITE SOLTE O SOM

No outro dia, sábado dia 30 a PlugTv esteve presente na Noite Solte o Som, iniciativa do Portal Solte o Som com o Zine Sertões que no Taberna Roots promoveu os shows das bandas de Montes Claros Gr!tare e Ruído Jack. Noite muito bacana e que teve várias figuras presentes. O Zine Sertões e o Portal Solte o Som são já de longa data parceiros do Coletivo Plug, os mesmo prestaram o suporte de cobertura fotográfica e de divulgação para o Indie Minas – Mostra Música no inicio do mês de maio e com certeza o Coletivo Plug não poderia deixar de estar presente e contribuir “de fato” para a iniciativa.
Confira o vídeo de cobertura da Noite Solte o Som onde prevaleceu a linha editorial de amostragem do trabalho e a imparcialidade de comunicação.

http://www.youtube.com/watch?v=YP3A7Q0NmZk

Texto extraido do Blog da Associação do Rock e Região
NOITE SOLTE O SOM AUMENTA A CADEIA DE PRODUÇÃO DE MONTES CLAROS

O UHU! fanzine & Zine Sertões, em parceria com o site Solte O Som, realiza neste sábado, 30 de maio, a Noite Solte o Som que terá os shows das bandas Gr!tare e Ruído Jack, alem de discotecagem.
De acordo com Manu, uma das organizadoras, esse é o segundo evento realizado pelo UHU! fanzine & Zine Sertões, que já realizou também o Zine Festival que de acordo com Manu não deu muito certo na época. A idéia da Noite Solte o Som surgiu há aproximadamente um mês.
- Na verdade, a nossa primeira tentativa de evento foi em 2007, quando fizemos o Zine Festival. Na época não deu muito certo, ainda tinha muita coisa a ser concretizada em relação às produções independentes em Montes Claros. A Noite Solte O Som mesmo, a gente decidiu fazer depois que a Grah, do site Solte O Som, me procurou dizendo que queria fazer um evento para dar mais visibilidade para o site. Em contrapartida, a gente estava precisando de uns trocados para rodar os zines, continuar atuando com impressos e tal. Aí juntamos as forças, (RS), e isso foi há cerca de um mês. – Conta Manu.
PARCERIAS
Manu diz que procurou a ajuda de amigos que poderiam colaborar com evento, e então entrou em contato com o Tim Pires do Instituto Geraes, que criou a arte do cartaz do evento. Alem dele, Manu contou com o apoio do Studio Rock, que colaborou com o som, A ARMCR que ajuda na divulgação e fará sua cobertura pelo Conexão Underground, o Mateus do Coletivo Retomada, o pessoal da organização da festa Surreal e o Coletivo Plug.
- Não são bem parcerias, mas ajuda mesmo. Quando eu decidi fazer o evento, uma das primeiras pessoas que eu procurei foi o Tim, do Instituto Geraes. Eu sabia que ele poderia colaborar com os contatos de bandas de outras cidades e com a arte do flyer (que, aliás, é dele). Depois disso foi questão de conversar com o pessoal que eu sei que gosta de trabalhar. Daí eu procurei os caras do Stúdio Rock, que certamente dariam uma força com o som, a Associação do Rock, que não poderia ficar de fora das coberturas, o Mateus para fazer um banquinha do Coletivo Retomada, o pessoal da festa Surreal, que irá fazer a discotecagem, o Coletivo Plug, que está fazendo um trabalho bacana com a sua WEBTV. Foi tudo uma questão de interesse mútuo, na verdade. – Explica Manu.
NOVIDADE
Assim como na 1ª noite do Indie Minas, que foi realizado pelo Coletivo Plug, a Noite Solte o Som, também terá discotecagem entre os shows das bandas. Perguntada sobre como ela espera que seja a recepção do público em relação a discotecagem, Manu diz que a estrutura dos eventos em Montes Claros já vem mudando há algum tempo, e ressalta que a discotecagem é uma realidade em outras cidades, sendo o evento grande ou não.
- A gente foge daquele vazio entre as bandas, e também é um tempinho para o público descansar. Acredito que a aceitação vai ser de boa. E se não for, creio que, pelo menos, vai fazer com que o pessoal se acostume com isso. Acho que a tendência é expandir a questão da discotecagem mesmo, inserindo a novidade em outros eventos. – Afirma Manu.
EXPECTATIVAS
Manu fala que as expectativas são muito grandes e que ela como organizadora espera que o evento agrade a todos, possibilitando a realização de várias Noites Solte o Som, mas diz também que caso não dê certo, irá erguer a cabeça e tentar ate conseguir.
- Esse negócio de expectativa é um tréco complicado. Eu sou sempre muito esperançosa em relação a eventos, e também... se não fosse, não faria o que eu faço (RS). Em Montes Claros, a gente tem isso de ficar meio perdido. Às vezes você acha que a coisa está bombando, porque vê todo mundo comentando, divulgando, dizendo que vai... aí, na hora, não róla. Por outro lado, pode acontecer de você não botar fé, e aí a coisa acontece. Como qualquer pessoa que produz um evento, eu espero que seja fantástico! Que as pessoas gostem, se divirtam e queiram mais. A gente está precisando disso. Mas se não for... bom, bem não fica, não é? Mas aí a gente ergue a cabeça e tenta de novo, de novo, de novo e de novo. (RS). – Diz Manu.
SERVIÇO
A Noite Solte o Som acontece na Taberna Roots (Antiga Cachaçaria do Durães) neste sábado, 30 de maio. A entrada custa R$ 5,00 e dá direito a uma dose de cachaça. Para mais informações acesse
www.zinesertoes.blogspot.com .
- Galera, Noite Solte O Som, no Taberna Roots, sabadão, a partir das 17h. Cheguem cedo, bebam muito, se divirtam! E curtam o som pacato e furioso do Ruído Jack e daquela banda que já tem seu lugar junto aos bons, Gr!tare. – Manu, do UHU! fanzine & Zine Sertões.

INDIE MINAS VIABILIZA ARRECADAÇÕES DE ALIMENTOS

Postado por Plug - Cooperativa de Cultura | 22:12 | 2 comentários »

Da redação

INDIE MINAS VIABILIZA ARRECADAÇÕES DE ALIMENTOS
Coletivo Plug se integra na campanha do agasalho e repassa as doações


O Indie Minas-Mostra Música, iniciativa realizada pelo Coletivo Plug, entidade que presta o desenvolvimento da música independente da cidade de Montes Claros, em sua última edição do dia oito (8) de maio trouxe a banda de Patos de Minas Vandaluz, além das bandas AT4 e Gritare. Durante o evento foi apresentado também mostra cênica com Gabryel Sanches e Soraia Santos, além da apresentação do primeiro programa da PlugTv que é realizada com o apoio do Portal de Comunicação.


1º Edição do Indie Minas

Nesta primeira edição viabilizada pelas parcerias com, o Montes Claros Tênis Clube, na pessoa do presidente da Praça de Esporte Tatu, com a Secretaria de Cultura na pessoa do Secretário Ildeu Brauna, além do Diretório Central dos Estudantes da Unimontes através do presidente Daniel Dias, foi possível a realização de um evento que misturou tendências, arte, empreendedorismo e muita cultura. O evento tem caráter motivacional com preço popular e cunho social, pois arrecadou alimentos para doações.
Os eventos do Coletivo Plug sempre terão essa finalidade de arrecadação, pois foi deliberado entre nossa diretoria que essa contribuição para a população carente é de fundamental! Ressalta o coordenador de planejamento do Coletivo Plug Rodrigo de Paula.


Trabalho Integrado com o Municipal


Em convite da Secretária Adjunta de Juventude as arrecadações no Indie Minas - Mostra Música do mês de maio foi integrada á campanha do agasalho realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Social.
Além de um exercício de solidariedade, a campanha do agasalho e de arrecadação de alimentos e leva lazer e congraçamento aos bairros de Montes Claros, com a realização de gincanas coordenadas pela Secretaria Municipal de Juventude, Esportes e Lazer. Os eventos envolvem os estudantes do ensino público, professores, familiares e amigos da rede de solidariedade, numa animação contagiante com baterias, charangas e torcidas organizadas.


Entrega das doações
As doações foram repassadas no último domingo dia 25 no bairro Major Prates (na praça principal). Segundo Zefinha Ferreira Cruz, uma das coordenadoras do evento, a iniciativa do Coletivo Plug é muito importante e colabora muito com a campanha. Além disso, ressalta que pessoas carentes e em situação de vulnerabilidade, que precisam de doações de alimentos e agasalhos, podem se inscrever na Secretaria de Desenvolvimento Social (no prédio da Prefeitura), nos CRAS e nas subprefeituras, para garantir a assistência. Ela conclama a população a dar um show de solidariedade este ano, “porque o número de pessoas que carece de assistência social cresce ainda mais nestes tempos de crise”.

2º Edição do Indie Minas – Mostra Música

Já está agendada para o próximo dia 20 de junho a segunda edição do Indie Minas-Mostra Música. O evento acontecerá na área externa da Praça de Esportes e contará com uma banda de Belo Horizonte e uma da cidade de Montes Claros. Segundo os organizadores do Coletivo Plug as definições serão divulgadas ainda nesta semana.
Além das atrações musicais ainda terão exposições artesanais e de confecção, além da amostragem de artes cênicas e teatrais integradas ao evento. Continuará sendo realizada a coleta de alimentos no evento que serão repassados para doações.

Indie Minas de junho adiado

Postado por Plug - Cooperativa de Cultura | 10:45 | 0 comentários »


Para que não ocorra conflitos de agendas entre as iniciativa de Montes Claros, o Indie Minas - Mostra Música do mês de junho foi adiado! Em breve mais informações